Tocantins - 27/10/2020 - 08:25

Ponte ficará parcialmente interditada até o dia 15 de fevereiro

Postado em 05/02/2019

Compartilhe no:

A ponte de Porto Nacional, na TO-255, deve ficar parcialmente interditada por mais de uma semana. De acordo com a Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), responsável pelas rodovias estaduais do Tocantins, o tráfego será controlado entre os dias 5 e 15 de fevereiro. Nesse período haverá interdição total e liberação da via a cada 50 minutos. Veja abaixo os dias e os horários.

Os períodos de interdição fazem parte do processo de inspeção no local, que começou na semana passada, após o Ministério Público Estadual pedir que que a segurança da estrutura fosse analisada. Durante a última vistoria, uma fila de carros se formou nos dois sentidos da ponte.

Segundo a Ageto, o “objetivo do controle do tráfego é garantir, com segurança, a realização do levantamento topográfico na estrutura da ponte”. Posteriormente será produzido um relatório que passará por análise e depois será divulgado.

Dias e horários de interdição

  • Dia 5 (Terça-feira) – 15h às 18h
  • Dia 6 (Quarta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 7 (Quinta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 8 (Sexta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 11 (Segunda-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 12 (Terça-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 13 (Quarta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 14 (Quinta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h
  • Dia 15 (Sexta-feira) – 6h às 10h e das 15h às 18h

Entenda

A ponte sobre o rio Tocantins, na TO-255, em Porto Nacional, tem deixado há anos os motoristas com medo da travessia. Isso por que a obra já tem mais de 40 anos e, por causa das condições, já teve o tráfego de caminhões reduzido. Na semana passada o Ministério Público Estadual (MPE) pediu que o Estado analise a segurança da estrutura.

Desde que foi parcialmente interditada, em setembro de 2011, o trajeto é considerado perigoso. No ano de 2014, foi aberto, o processo licitatório para a construção de uma nova ponte, mas as obras não começaram.

De acordo com o órgão, o cumprimento de uma decisão judicial obriga o Estado a adotar medidas que garantam segurança para quem passa no local. (G1)

Compartilhe no:

Relacionados