Polícia Penal do Tocantins deflagra 2ª Fase da Operação Mute em Unidades Penais

por Wenina — 13/12/2023 às 15:56 — em Estado

Até o momento, as revistas nas unidades penais não encontraram quaisquer ilícitos, evidenciando a efetividade e a dedicação dos policiais penais.

Entre os dias 11 e 15 de dezembro, a Polícia Penal do Tocantins está promovendo a 2ª Fase da Operação Mute, em apoio à Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). Essa operação nacional tem como objetivo primordial a remoção de ilícitos e aparelhos celulares em posse de pessoas privadas de liberdade (PPL), fortalecendo a segurança e realizando procedimentos de revista em presídios por todo o país.

Considerada uma das maiores ações de combate ao crime organizado já realizadas no Sistema Penitenciário brasileiro de forma simultânea, a Operação Mute teve início no Tocantins na Unidade Penal de Paraíso e na Unidade de Tratamento Penal do Cariri. O trabalho conjunto envolveu o Grupo de Operações Penitenciárias Especiais, Inteligência da Polícia Penal, Servidores do Sistema Penitenciário Federal e Policiais das Unidades Penais.

Até o momento, as revistas nas unidades penais não encontraram quaisquer ilícitos, evidenciando a efetividade nas ações e a dedicação dos policiais penais. Este desempenho destaca a excelência do trabalho desenvolvido no âmbito dos estabelecimentos penais, reafirmando o compromisso com a integridade e ordem nos estabelecimentos penais do estado.

Efetividade

Segundo o gerente da Inteligência da Polícia Penal, Francisco Silva, “a operação visa manter a ordem e disciplina nas unidades penais, além de garantir que a população carcerária não consiga manter comunicação externa de forma ilegal. Quando essa comunicação ilegal é interrompida, o combate ao crime organizado se torna mais eficiente”. 

“O êxito da Operação Mute tanto em âmbito nacional quanto aqui no Tocantins é inegável. Nosso objetivo principal é desencorajar a entrada de materiais ilícitos e, em casos identificados, iniciar os procedimentos burocráticos essenciais para responsabilizar qualquer indivíduo ou barrar ações que ameacem a segurança dentro do sistema penal”, enfatizou o diretor de Administração e Operações do Sistema Penitenciário e Prisional, Cléber Solano.

Fonte: Seciju-TO

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