Projeto de capacitação tecnológica contempla pré-egressos e egressos do Sistema Penal do Tocantins

por Wenina — 08/02/2024 às 11:54 — em Estado

Techinclusão vai promover capacitação na área de informação e de tecnologia para pessoas em situação de vulnerabilidade social e inclui pré-egressos e egressos do sistema penal e seus familiares

Por meio de uma parceria firmada entre órgãos do Governo Federal e Estadual, pré-egressos e egressos do sistema penal e seus familiares serão contemplados com o Programa Techinclusão que vai promover capacitação na área tecnológica para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

A inclusão dos egressos foi possível graças à articulação da Gerência de Políticas de Alternativas Penais do Sistema Penal que tem como um de seus equipamentos, o Escritório Social que trabalha a reinserção social desse público. O gerente e responsável pela mediação, Thiago Sabino, falou do impacto positivo da qualificação profissional em tecnologia da informação em fortalecimento à política de reinserção social no Tocantins. 

O Projeto foi apresentado aos secretários da Seciju, Deusiano Amorim e Hélio Marques, nesta quarta-feira, 7, e contou com a presença do Superintendente do Sistema Penal, Rogério Gomes, gestores da UFT, juiz da 4ª Vara de Execução Penal, Allan Martins, bem como a secretária da Mulher, Berenice Barbosa. 

“Enquanto executores das penas alternativas, devemos qualificar e prepará-los para a reintegração social, para isso, trabalhamos políticas inclusivas com capacitação profissional em diversas áreas de atuação e esse projeto vem alavancar as possibilidades para pré-egressos e egressos, principalmente as mulheres. Saímos também de uma cultura de trabalhos mais manuais e vamos trabalhar a intelectualidade com cursos na área de informação e de tecnologia”, destacou o gerente.

Techinclusão

É uma iniciativa da Universidade Federal do Tocantins
(UFT), em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e órgãos do Governo do Estado. O objetivo central é promover a inclusão social e a melhoria das perspectivas de trabalho para pessoas em situação de vulnerabilidade social, incluindo jovens, mulheres, pessoas negras, povos originários, estudantes do EJA, pessoas com deficiência (PCD) e outros públicos em regiões estratégicas do Estado.

Com um total de 1400 vagas, sendo 50% destas obrigatoriamente ocupadas por mulheres, os cursos serão ofertados, nesse primeiro momento, no município de Palmas como um dos Polos flutuantes, mas vão abranger também a Região Sul e a Região Norte do Tocantins nos municípios de Palmas, Porto Nacional, Tocantínia, Porto Nacional, Luzimangues, Dianópolis e Arraias.

As aulas têm previsão de início em abril nas Unidades Penais Feminina de Palmas, Unidade Penal Regional de Palmas, no Escritório Social e se for necessário, as Centrais de Penas e Medidas Alternativas (Cepema) também darão apoio aos egressos.

Fonte: Seciju-TO

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