Ação Social de Palmas assegura a mães atípicas gestão focada na educação inclusiva

por Wenina — 11/02/2025 às 12:34 — em Cidades

Secretária Polyanna Siqueira Campos encontrou as mães nesta segunda, 10; participaram também da reunião a superintendente da Educação Inclusiva, Francisca Vera, e vereadores

A primeira-dama e secretária de Ação Social da Prefeitura de Palmas, Polyanna Siqueira Campos, fez a primeira reunião de acolhimento com um grupo de mães atípicas de Palmas na tarde dessa segunda-feira, 10. Durante três horas, a secretária promoveu uma escuta ativa com as mães atípicas que compartilharam as suas vivências e desafios que, segundo elas, vão além dos cuidados diários com as crianças com Transtorno do Espectro Autista – TEA.
 

A primeira-dama reforçou que o prefeito Eduardo Siqueira Campos, junto com a sua equipe técnica, vereadores, bancada federal, o Governo Estadual e todo o sistema de garantia de direitos, terão um olhar diferenciado para as demandas da educação inclusiva.



“Essa gestão terá muito foco nas demandas de educação inclusiva. Fui trazida por Deus a este encontro. Eu quero caminhar com vocês para aprender o que vocês vivenciam todos os dias”, destacou.



Para a mãe atípica, Nilce Gama, foi uma emoção contar com o acolhimento da primeira-dama: “Ela disse que veio para nos ouvir e era disso que precisávamos, alguém para ouvir e entender a nossa luta diária, porque estamos aqui para dar voz aos nossos filhos”, revela Nilce.

 

Superintendência

De acordo com a superintendente de Educação Inclusiva, Francisca Vera, o objetivo é fazer com que o Centro de Educação Inclusiva atenda às demandas das famílias. “Esse é o desejo do prefeito Eduardo Siqueira Campos, da primeira-dama, da Superintendência e da Secretaria de Educação”, ressaltou.


Participaram também da reunião, representantes do Poder Legislativo Municipal: as vereadoras Mary Cats, Delma Freitas, Iolanda Castro e o vereador Rubens Uchôa.

Saiba mais:

Mãe atípica não é um termo tão bem conhecido, mas é bem simples de entender: são mulheres, mães que têm filhos neuroatípicos, isto é, que têm alguma deficiência e que, por este motivo, precisam atuar de maneira mais ativa no desenvolvimento de seus filhos.

Fonte: T1-Notícias

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