Primeira etapa da vacinação contra a brucelose encerra em 30 de junho

por Jornal Folha do Jalapao — 17/06/2026 às 13:46 — em Estado

Governo do Tocantins orienta produtores rurais sobre prazo da campanha; vacinação é obrigatória para bezerras bovinas e bubalinas de 3 a 8 meses

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), orienta os produtores rurais a ficarem atentos ao encerramento da primeira etapa da campanha de vacinação contra a brucelose, que segue até o dia 30 de junho. A imunização é obrigatória para bezerras bovinas e bubalinas com idade entre 3 e 8 meses. Após a vacinação, os produtores têm até o dia 10 de julho para realizar a declaração do ato vacinal.

O gerente de Sanidade Animal da Adapec, Sérgio Liocadio, destacou que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria nº 1.633, de 12 de junho de 2026, instituindo em todo o país a Campanha Nacional de Vacinação de Bezerras Bovinas e Bubalinas contra a Brucelose, organizada em duas etapas semestrais. “No Tocantins, já seguimos esse calendário semestral da campanha de vacinação contra a brucelose. A publicação reforça as medidas de controle da doença em todo o país e evidencia que a vacinação continua sendo o meio mais eficaz de prevenção. Por isso, orientamos os produtores rurais a observarem os prazos estabelecidos”, pontuou Sérgio Liocadio.

Declaração de vacinação

Após a vacinação das bezerras, o produtor deve realizar a declaração na Adapec mediante apresentação da nota fiscal de aquisição da vacina e do atestado de vacinação.

A Adapec reforça que a vacinação contra a brucelose deve ser realizada exclusivamente por médico-veterinário ou auxiliar de vacinador devidamente cadastrado no órgão.

O produtor que deixar de vacinar os animais ou não realizar a declaração dentro do prazo poderá sofrer sanções administrativas, entre elas o bloqueio da ficha de movimentação do rebanho até a regularização.

Brucelose

A brucelose é uma doença infectocontagiosa crônica causada por bactérias do gênero Brucella, que acomete bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos e outras espécies animais.

A doença também pode ser transmitida aos seres humanos por meio do contato com animais infectados ou pelo consumo de produtos de origem animal sem inspeção sanitária, representando risco à saúde pública e impacto à produção pecuária.

Fonte: Secom-TO

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