Tocantins - 07/08/2026 - 20:23

“Eduardo Gomes é o melhor senador para Augustinópolis”, afirma o prefeito Roni Teodoro

Cidade é a principal base eleitoral do presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Amélio Caires, pré-candidato a vice-governador do Tocantins.

O prefeito da segunda maior cidade do Bico do Papagaio, Roni Teodoro, declarou apoio à reeleição do senador Eduardo Gomes. “Apoiamos Eduardo Gomes, porque entendemos que, para Augustinópolis, ele é o melhor. Apoiamos por tudo que o senador tem feito por nossa cidade e, temos certeza, fará muito mais”, garantiu Roni Teodoro.

Eduardo Gomes agradeceu o apoio do prefeito Roni Teodoro e assumiu compromisso com o futuro da cidade. “Augustinópolis é um polo de desenvolvimento importante no Bico do Papagaio, referência especialmente na área de saúde, com a faculdade de medicina e o hospital regional, e merece todo o apoio que temos dado e muito mais. Nosso compromisso é trabalhar para um futuro cada vez melhor para todas as comunidades do Tocantins”, disse o senador.

“O senador Eduardo Gomes, além de ser um parlamentar muito atuante, de expressão não só no Tocantins, mas em todo o Brasil, como vice-presidente do Senado tem atuado em todo o estado, em especial em Augustinópolis, no Bico do Papagaio. Ele tem contribuído em todas as áreas de nossa cidade, como infraestrutura, com pavimentação e recapeamento; tem empenhado recursos importantes na Saúde de Augustinópolis, que é referência no Bico do Papagaio; tem empenhado também recursos para o nosso cartão postal hoje, que é o Parque Senhor Santinho. Agora estamos agora em fase de contratação da empresa para construção da rodoviária, uma das obras mais importantes e histórica para todo o Bico do Papagaio, tendo em vista que Augustinópolis é uma cidade polo da região. Também está próximo o início de uma grande obra de pavimentação na área urbana, através da Codevasf, no valor de quatro milhões, que será de extrema importância para infraestrutura de nossa cidade’, revelou o prefeito.
“Diante de tudo isso, de toda parceria, de amizade com o nosso município, declaramos o apoio ao senador Eduardo Gomes, porque nós entendemos que, para Augustinópolis é o melhor. Apoiamos o Eduardo por tudo que ele tem feito de importante para nossa cidade
”, encerrou Roni Teodoro.

Augustinópolis

Augustinópolis está localizada na região do Bico do Papagaio, próxima a Imperatriz, no Maranhão, e Araguatins. Fica a uma distância de 605 km da capital do Tocantins, Palmas. Com estimativa de 18 237 habitantes em 2025, é o 13º município mais populoso do estado. O principal setor econômico do município é o de serviços, destacando-se o sistema de saúde, com o Hospital Regional de Augustinópolis e a faculdade de medicina.

A cidade é a principal base eleitoral do presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Amélio Caires, pré-candidato a vice-governador do Tocantins.

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Lei Maria da Penha completa 20 anos entre avanços e desafios

Especialistas apontam obstáculos para efetivar proteção às mulheres

Há exatos 20 anos, era sancionada a Lei Maria da Penha, um dos principais marcos no combate à violência contra as mulheres no Brasil. Ao definir a violência doméstica, a lei nº 11.340/2006 enfrentou à naturalização das agressões que aconteciam, em geral, entre quatro paredes. Embora o país tenha alcançado avanços importantes a partir dessa lei, ainda há desafios como a subnotificação, a dificuldade no acesso à Justiça e os altos índices de feminicídio

Só em 2025, foram 1.568 mulheres vítimas de feminicídio no Brasil, um crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior. Desde a tipificação desse crime, em março de 2015, ao menos 13.703 mulheres já foram assassinadas por sua condição de ser mulher. Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Para a advogada Luciane Mezarobba, que atende exclusivamente mulheres, a Lei Maria da Penha é uma ferramenta avançada de enfrentamento à violência. “Ela elevou o combate à violência contra a mulher, nos âmbitos familiares, doméstico e amoroso, a um problema público, superando aquela velha e obtusa máxima de que ‘em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher’.” 

A lei reconheceu ainda que essa violência não é apenas física, ela pode ser psicológica, sexual, patrimonial, moral e vicária. “Com isso, condutas até então normalizadas e mesmo socialmente aceitas, como constranger, humilhar, manipular, ridicularizar, insultar e explorar, inclusive financeiramente a mulher, nos contextos doméstico, amoroso e familiar, constituem violência e serão punidas”, disse Luciane, em entrevista à Agência Brasil.

Ela mencionou que a lei seguiu sendo aprimorada ao longo dos anos. A violência vicária, por exemplo, foi incluída na lei em 2026. Ela acontece quando o agressor utiliza terceiros — como filhos, familiares ou pessoas da rede de apoio — a fim de atingir a vítima. “São avanços consistentes e que seguramente já salvaram muitas vidas, apesar dos terríveis números de feminicídio e violência contra a mulher que nos assombram diariamente.”

Para a socióloga e cientista política Bruna Camilo, uma das principais contribuições de uma lei é dar nome àquilo que está acontecendo. “Antes da lei, era uma agressão como qualquer outra. As mulheres não tinham a quem recorrer nem ao que recorrer. Elas achavam que era o destino delas, era uma naturalização absurda da violência contra as mulheres”, disse.

Ela ressaltou que não basta a existência da lei, é preciso que ela seja aplicada em todo o sistema de justiça. “Se [as disposições] fossem todas seguidas, certamente seria uma lei extremamente forte no nosso país. Ela é muito importante, é inegável, traz um norte para o nosso país, só que infelizmente ela não é cumprida em todo o seu teor.”

Descumprimento de medida protetiva

O sistema de proteção à mulher falhou no caso de Júlia*, que denunciou uma agressão do ex-companheiro e pai de seu filho. Acompanhada pela Defensoria Pública no processo de pensão e guarda, a vítima solicitou também a medida protetiva de urgência contra o agressor, o que foi concedido pela Justiça paulista. No entanto, a aplicação desse dispositivo da lei nunca aconteceu.

“A medida de manter o ex-companheiro longe acaba não sendo monitorada de forma alguma. Não é só comigo. Várias mulheres pedem a medida protetiva, ela é registrada, só que ela não é praticada”, relatou Júlia.

O limite mínimo de distância fixado pelo juiz, em que o agressor fica proibido de ultrapassar em relação à vítima, não foi cumprido. Isso porque o agressor morava há menos de 1 quilômetro de Júlia e fazia trajetos pelo bairro em que passava em frente à casa da vítima com frequência, mesmo sabendo que ele precisava manter distância. 

“Ninguém fiscaliza, ninguém faz nada, é como se não tivesse [a medida protetiva]. Tanto que eu até larguei de mão, por mais que ele tenha me ameaçado e tudo mais, eu larguei de mão porque não adianta. E aí eu estou correndo só com a [ação de] pensão mesmo”, acrescentou Júlia.

No primeiro semestre desse ano, houve descumprimento de 13.301 medidas protetivas de urgência no estado de São Paulo. O resultado representa um aumento de 18,7% em relação ao mesmo período de 2025, quando 11.209 medidas foram descumpridas. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP).

Um desses casos levou ao feminicídio de Carla Carolina Miranda da Silva, esfaqueada pelo agressor em via pública, na capital paulista, em janeiro deste ano. A vítima já havia denunciado o agressor por violência doméstica e tinha medida protetiva determinando que ele não se aproximasse.

Desafios para aplicação da lei

Bruna Camilo avalia que as medidas para o combate à violência doméstica vão além da sanção da lei. Segundo ela, as delegacias precisam acolher as mulheres de forma que se sintam seguras para denunciar. Além disso, juízes e promotores devem considerar que a punição da violência doméstica é importante e não pode ser minimizada.

“Nossa sociedade é patriarcal, ela é construída [com base] na misoginia e no machismo. A sociedade precisa se reeducar em relação à violência contra as mulheres. Então, muita coisa tem que melhorar”, disse Bruna, em relação aos desafios para o combate à violência doméstica.

Um caso de grande repercussão, exemplo do machismo e da misoginia, foi o atropelamento de Tainara Souza Santos, arrastada – presa embaixo do veículo – por cerca de um quilômetro na Marginal Tietê, em novembro do ano passado. Na ocasião, a vítima teve as pernas severamente mutiladas. Ela chegou a ser socorrida, passou por cirurgias, mas morreu na noite de 24 de dezembro, aos 31 anos, deixando dois filhos.

De acordo com a investigação, a vítima teve um relacionamento breve com o autor da agressão, que não aceitou o término. Segundo o delegado do caso, na ocasião, havia “sensação de posse, em um total desprezo à condição de gênero e de mulher, autêntica tentativa de feminicídio”.

A advogada Luciane avalia que a lei está bem assimilada e absorvida na rotina forense. No entanto, um desafio para a aplicação da lei é a grande demanda diante de um sistema sobrecarregado. “Vejo os atores jurídicos ocupados, em regra, em viabilizar sua efetivação, com o acolhimento às vítimas e a punição aos agressores”, relatou.

“Todavia, não é raro encontrar equipamentos públicos desatualizados, desequipados, com poucos funcionários, e alguns deles sem a sensibilidade e o preparo necessários. Há um volume grande de trabalho e um contingente insuficiente para atendê-lo”, ponderou Luciane.

A advogada relatou que uma cliente recentemente passou pelo constrangimento de aguardar por cinco horas para ser ouvida sobre uma denúncia. “[Esse tempo todo] vendo outras mulheres em situação de extremo sofrimento e desespero chegando, o que a fez, inclusive, minimizar a própria dor e violência que sofreu.” 

Quem é Maria da Penha?

Ativista pelos direitos da mulher, Maria da Penha Maia Fernandes deu nome à lei que criou mecanismos para combater a violência doméstica e familiar, da qual ela foi vítima. Em 1983, Maria da Penha sofreu dupla tentativa de feminicídio por parte do marido, Marco Antonio Heredia Viveros. 

Primeiro, ele deu um tiro pelas costas enquanto ela dormia, o que a deixou paraplégica. O agressor declarou à polícia, na época, que teria sido uma tentativa de assalto, versão que foi posteriormente desmentida pela perícia. Quatro meses depois, quando ela voltou para casa após cirurgias e tratamento, o agressor a manteve em cárcere privado por 15 dias e tentou eletrocutá-la durante o banho. 

Apesar de dois julgamentos, em 1991 e 1996, e duas sentenças, o criminoso seguiu em liberdade. Em 1998, o caso ganhou uma dimensão internacional com uma denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (CIDH/OEA).

Em 2001, após receber quatro ofícios da comissão, o Estado brasileiro foi responsabilizado por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica praticada contra as mulheres. Uma das recomendações era completar, rápida e efetivamente, o processamento penal do responsável pela agressão.

Viveros foi preso em 29 de outubro de 2002 em Natal. Em março de 2004, ele conseguiu ir para o regime semiaberto e, em fevereiro de 2007, conseguiu a liberdade condicional, segundo informações do Ministério Público do Ceará. 

Violência digital

A violência digital, que tem ganhado maior alcance com a tecnologia, pode ser entendida como uma extensão da violência contra as mulheres. As agressões que estavam concentradas “entre quatro paredes” tomaram também as redes sociais e podem acontecer por meio de mensagens por aplicativo. O objetivo, no entanto, é o mesmo: intimidar, humilhar, ameaçar ou controlar as mulheres.

“A violência digital pode sim ser enquadrada na Lei Maria da Penha, porque existe ali a violência moral, que fere a dignidade da mulher, embora já tenha alguns projetos de lei e algumas leis que falem sobre segurança digital e punição de pessoas que cometem violência digital contra mulheres”, afirmou a cientista política Bruna Camilo .

Ela citou a Lei Lola, a Lei Carolina Dieckmann e o ECA digital. Este último não trata de mulheres especificamente, mas de crianças, e isso envolve meninas. “Já existem iniciativas importantes, mas a gente precisa da aplicabilidade dessas leis, para que a gente consiga iniciar a mudança cultural da nossa sociedade.”

Fonte: Agência Brasil

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Caminhada reúne autoridades e sociedade civil pelo fim da violência contra a mulher e reforço da rede de proteção integrada

Ato público contou com a participação de centenas de pessoas na Capital nesta sexta-feira, 7, e lembrou os 20 anos da Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006

Nesta sexta-feira, 7, a Lei Maria da Penha completa 20 anos, período marcado por lutas contra os vários tipos de violência contra a mulher. Para lembrar essa legislação que se tornou um marco em defesa das mulheres, a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal da Mulher de Palmas (Semup), realizou a Caminhada do Agosto Lilás, mobilização que reuniu autoridades para levar informação e destacar que a violência não ficará impune.

A concentração ocorreu em frente ao Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), às 7h30, e contou com a participação do Prefeito Eduardo Siqueira Campos, secretários municipais, estaduais, representantes do Judiciário, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, Polícias Civil e Militar, Guarda Metropolitana de Palmas e agentes da sociedade civil.

A movimentação reuniu dezenas de pessoas que, por volta das 8 horas, iniciaram a caminhada a partir da Praça dos Girassóis, com direção à Avenida JK. A mensagem repassada durante a caminhada é a de que as mulheres têm o direito à vida e que a Lei Maria da Penha atua nessa missão. Em defesa da pauta, o prefeito ressaltou que a mudança para uma sociedade sem violência doméstica deve ser reforçada principalmente no comportamento do público masculino e comentou sobre os mecanismos disponíveis na Capital para proteção da mulher.

“Aquilo que cabe à Prefeitura de Palmas nós estamos fazendo. Hoje, a Casa da Mulher Brasileira funciona de forma integrada e sem interrupção. A mulher não precisa peregrinar atrás de uma delegacia especializada, do IML, da Defensoria ou dos demais serviços. Ela encontra uma rede de atendimento e proteção em um único lugar. Estamos fortalecendo as políticas públicas de proteção às mulheres e fazendo aquilo que está ao nosso alcance. Mas, diante de cada mulher agredida e de cada vida perdida, precisamos reconhecer que ainda é pouco. Essa é uma luta que precisa ser de todos nós”, reforçou o prefeito.

“Cada mulher importa”

A secretária municipal da Mulher, Chayla Felix, falou da união entre as entidades e poder público e sobre a Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006. “São 20 anos, não dá para dizer que a gente comemora ter que existir uma lei como essa para que nós não sejamos mortas, e a gente vê que isso continua acontecendo e os números continuam aumentando. Então essa caminhada é para isso, porque cada mulher importa, que é importante que todo mundo se una, porque a política para a mulher não é feita por uma pessoa só, é de responsabilidade de todas as instituições”, afirmou a secretária.

Para a superintendente da Casa da Mulher, Monik Carreiro, o ato público foi uma semente plantada que poderá possibilitar a melhora das condições das mulheres e o fim da violência. “Se uma mulher conseguir saber que ela tem onde buscar ajuda, conhecer os canais de denúncia, já vai ter surtido efeito. O pacto antifeminicídio prevê essas ações, então a gente precisa ir para as ruas falar dos canais de denúncia, das formas de violência, porque só assim as mulheres vão se fortalecer para buscar ajuda”.

A secretária estadual da Mulher, Berenice Barbosa Castro Freitas, completou que somente a união dos poderes levará ao fim esse mal que tira a vida de muitas mulheres. “Nós só vamos vencer a violência quando todos se unirem. E essa união entre os poderes, a sociedade, as redes de atendimento, proteção e enfrentamento são muito importantes nesse momento. A Prefeitura, como a Capital, estando junto conosco fortalece a rede, fortalece o trabalho. A união faz a força!”. 

Em frente ao Palácio Araguaia, um ato simbólico marcou a caminhada pelas mulheres. Mudas da espécie Bougainvillea, na cor rosa, foram plantadas em alusão à luta pelo fim da violência contra a mulher.

Entidades pelas mulheres

Participando da caminhada desde a concentração, Maria do Carmo Ribeiro dos Santos, assessora da Federação das Associações Comunitárias de Moradores do Tocantins (Facomto), destacou a importância da ação. “É um grande incentivo para que a gente possa cada vez mais entender a importância das mulheres na sociedade e para a sociedade”, disse.

Francisca Lima Barros, presidente da Associação de Mulheres em Ação de Palmas e integrante do Coletivo de Mulheres da Central de Movimentos Populares (CMP), ressaltou a necessidade de organização para a proteção das mulheres. “A caminhada pelo Agosto Lilás é muito importante, principalmente porque estamos vendo que aqui no Tocantins e no Brasil inteiro o índice de feminicídio e de violência contra a mulher tem aumentado”, completou.

Canais de atendimento

180 – Central de Atendimento à Mulher

153 – Guarda Metropolitana de Palmas

190 – Polícia Militar

Casa da Mulher Brasileira – atendimento presencial na  Quadra ACSE-90 (902 Sul), Avenida NS-02, Plano Diretor Sul, Palmas – TO. Contato: (63) 3212-7399.

Fonte: Secom Palmas

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Laurez participa da posse da nova diretoria da Fecomércio

O vice-governador e candidato homologado ao Governo do Tocantins, Laurez Moreira (PSD), defendeu a parceria com o setor produtivo para geração de emprego e renda

O vice-governador e candidato homologado ao Governo do Tocantins, Laurez Moreira (PSD), defendeu a parceria com o setor produtivo para geração de emprego e renda durante a posse da nova diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Tocantins (Fecomércio – TO), na noite desta quinta-feira, 6, em Palmas. 

A proposta está alinhada ao plano de governo, que estabelece a geração de emprego e renda como uma das frentes para ampliar as oportunidades para a população. Entre as medidas previstas estão o incentivo ao empreendedorismo, a atração de novas empresas, o estímulo à industrialização e a ampliação da qualificação profissional, aproximando a formação dos trabalhadores das necessidades do mercado. O objetivo é fortalecer a economia e criar oportunidades em diferentes regiões do Estado.

Para Laurez, o papel do Estado passa por criar condições para que o setor produtivo possa crescer e, consequentemente, ampliar as oportunidades para a população. A proposta também prevê uma gestão pública mais moderna, eficiente e transparente, com menos burocracia e maior capacidade de diálogo com a sociedade e com os setores que movimentam a economia.

Ele defendeu que “é preciso construir um Tocantins que gere oportunidade, emprego e renda, fortalecendo a economia. Dessa forma, o Estado precisa estar ao lado de quem produz, de quem empreende e de quem trabalha. Desenvolvimento não acontece sozinho; ele é resultado de diálogo e planejamento”, afirmou Laurez Moreira. 

O candidato homologado também desejou sucesso à gestão do presidente Domingos Tavares de Sousa. “Desejo muito sucesso à nova diretoria, que seja uma gestão marcada por muitas conquistas. Contem sempre comigo para construirmos juntos um estado forte e próspero”, concluiu.

Fonte: T1-Notícias

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Manifestação em Palmas pede “Justiça por Gustavo”

Caminhada percorreu ruas da capital para cobrar resposta no caso do garoto e pedir o fim da Lei de Alienação Parental.

Palmas foi palco, nesta quinta-feira, 6, de uma manifestação popular que reuniu cerca de 200 pessoas na mobilização #JustiçaPorGustavo. O ato, organizado por familiares e apoiadores do menino Gustavo. de 3 anos de idade, percorreu as ruas da capital em um gesto coletivo de solidariedade e cobrança por respostas dos órgãos oficiais.

A concentração teve início na região de Taquaralto. Ao longo do percurso pelas avenidas da capital, moradores de diferentes quadras se juntavam ao grupo, que seguiu até a clínica MedPrev, na Avenida Siqueira Campos. Ali, o contingente se uniu a outros manifestantes que já aguardavam no local. Em seguida, a caminhada prosseguiu rumo ao Fórum de Palmas, marcada por palavras de ordem, faixas e momentos de comoção.

Vestidos com camisetas brancas ou personalizadas, os participantes levantaram duas pautas centrais: o pedido de justiça para Gustavo e o fim da Lei de Alienação Parental — mecanismo apontado por ativistas como um instrumento que, na prática, pode ser utilizado para prejudicar a proteção a crianças e adolescentes. “Juntos somos mais fortes. Gustavo não está sozinho!”, entoavam os manifestantes ao longo do trajeto.

A mobilização foi coordenada por Priscila Feitosa, madrinha da criança, e se consolidou como um dos atos mais expressivos de defesa dos direitos da infância registrados recentemente na capital. Para os organizadores, a adesão popular reforça que o caso simboliza a realidade de diversas famílias que enfrentam dilemas semelhantes e cobram maior celeridade do sistema de justiça.

Entenda

A morte do menino Gustavo está sendo investigada pela Polícia Civil do Tocantins. Na madrugada desta quinta-feira, 6, o advogado Igor Gustavo Veloso de Souza (pai de Gustavo) e a companheira dele, Kathellen Moreira, foram presos preventivamente. O pai havia alegado afogamento, mas o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou múltiplas agressões e violência sexual.

Fonte: T1-Notícias

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Dorinha propõe ampliar políticas públicas para povos tradicionais e coloca proteção às mulheres entre prioridades do governo

Plano também prevê políticas para a juventude e atenção aos 57 municípios tocantinenses com menos de 5 mil habitantes

Em seu discurso na convenção que oficializou sua candidatura ao Governo do Tocantins, nesta quarta-feira (05), a Professora Dorinha (União Brasil) apresentou algumas das prioridades de seu plano de governo para as comunidades indígenas e quilombolas, a juventude e a proteção das mulheres. A proposta é ampliar o acesso à educação, à conectividade e aos serviços públicos, respeitando a identidade, a cultura e as necessidades de cada povo.

Dorinha afirmou que pretende ampliar as políticas públicas destinadas aos povos tradicionais, com respeito à cultura, à identidade e às necessidades de cada comunidade. “Vocês conhecem o meu compromisso com as aldeias e com os povos indígenas e quilombolas. Nosso plano de governo terá um olhar cuidadoso para as essas comunidades, respeitando suas histórias e garantindo acesso às políticas públicas”, afirmou. 

Conectividade
Como senadora, Dorinha trabalhou para levar internet às escolas indígenas e quilombolas, promovendo acesso à educação de qualidade e à cidadania digital. Até o momento, comunidades de 20 municípios já foram atendidas com a instalação de antenas em espaços coletivos, como escolas e centros de convivência. A iniciativa contemplou, por exemplo, a tradicional Festa da Colheita do Capim Dourado, realizada na comunidade Mumbuca, no Jalapão. A conectividade facilitou a comunicação, a divulgação do evento e a comercialização do artesanato, contribuindo diretamente para o empreendedorismo e a geração de renda na comunidade.

Juventude
Dorinha também incluiu a juventude entre as prioridades de seu projeto, com políticas voltadas à criação de oportunidades e à participação dos jovens no desenvolvimento do Estado. O plano prevê ainda atenção especial aos 57 municípios tocantinenses com menos de 5 mil habitantes, para que as pequenas cidades tenham acesso aos investimentos e aos serviços públicos.

Mulheres


Ao se dirigir às mulheres presentes na convenção, Dorinha defendeu uma atuação firme do Estado na prevenção e no enfrentamento à violência. A defesa das mulheres também sempre marcou a sua atuação tanto como deputada federal quanto como senadora, onde trabalha, em conjunto com a Bancada Feminina, em pautas voltadas à ampliação da participação feminina na política, ao combate à violência doméstica, ao incentivo ao empreendedorismo e ao fortalecimento das políticas de proteção social e segurança pública. “Quero proteger todas as mulheres. Não somos objeto. Queremos cuidado, respeito e temos direito à vida. Cada mulher do Tocantins precisa dizer não à violência e ao desrespeito”, afirmou.

Municípios menores
A candidata também defendeu atenção especial aos 57 municípios tocantinenses com menos de 5 mil habitantes. Segundo Dorinha, seu plano de governo prevê um olhar específico para as pequenas cidades, com políticas públicas e investimentos que alcancem a população independentemente do tamanho do município. “Vamos cuidar de todas as cidades. Temos 57 municípios com menos de 5 mil habitantes e é por eles que também vamos trabalhar”, afirmou. 

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Vicentinho destina novos recursos para recapeamento em Araguaína e reafirma compromisso com a cidade

O deputado federal e candidato ao Governo do Tocantins, Vicentinho Júnior, garantiu esta semana mais R$ 1.913.875,00 para obras de infraestrutura urbana em Araguaína. Os recursos, destinados por meio do Ministério das Cidades, serão aplicados na recuperação asfáltica de vias do município.

A nova destinação reforça uma marca da atuação parlamentar de Vicentinho: levar investimentos para Araguaína independentemente de alinhamentos políticos. Mesmo sem receber apoio da atual gestão municipal, o deputado segue encaminhando recursos para obras que beneficiam diretamente a população.

“Meu compromisso é com o povo de Araguaína. Nunca condicionei o envio de recursos a questões políticas. Quem precisa de ruas melhores é a população, e é por ela que continuo trabalhando e buscando investimentos para a cidade.”

Com o novo empenho, Vicentinho amplia a relação de recursos federais destinados ao município, mantendo a infraestrutura entre as prioridades de seu mandato e reafirmando o compromisso de continuar investindo em Araguaína.

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Folha do Jalapão