Com foco na proteção da fauna da aquática, Naturatins realiza operação de monitoramento na Ilha do Bananal

por Wenina — 17/10/2024 às 13:38 — em Estado

Ação foi realizada em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental, a Funai e o PrevFogo

O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), em conjunto com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PrevFogo), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis no Tocantins (Ibama/TO) e o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), realizou nesta terça-feira, 15, uma operação de monitoramento e identificação de pontos vulneráveis para o resgate de exemplares da fauna aquática local. A ação ocorreu no interior da Ilha do Bananal, nas proximidades do Lago Sorrocan, abrangendo as aldeias Txiuri e Canuanã.

Durante a operação, as equipes coletaram informações detalhadas sobre o volume hídrico da região, com o objetivo de elaborar um planejamento estratégico para futuras ações de salvamento de espécies aquáticas em risco. A iniciativa buscou antecipar medidas de proteção diante de emergências ambientais, como a redução dos níveis de água dos lagos, garantindo a preservação da biodiversidade local. “Buscamos identificar pontos críticos, coletar informações e levantar detalhes importantes para caso necessário, realizar uma operação de resgate”, explicou o fiscal ambiental do Naturatins, Romário Maracaípe.

Segundo o fiscal ambiental, a operação reflete a união de esforços entre os órgãos envolvidos, reforçando o compromisso com a preservação ambiental e o bem-estar das comunidades tradicionais. “Essas ações são fundamentais para assegurar a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais, tanto dentro quanto fora das áreas protegidas pelo Estado”, concluiu.

Ilha do Bananal

A Ilha do Bananal, reconhecida como a maior ilha fluvial do mundo, está situada entre os rios Araguaia e Javaés, no estado do Tocantins. A área é de extrema importância ambiental e cultural, sendo habitada por várias comunidades indígenas, como os Karajá e Javaé, que dependem diretamente dos recursos naturais da região para sua subsistência. “A região é de grande relevância para os povos indígenas que ali habitam, e é polo de acesso entre os estados do Tocantins e Mato Grosso, rota para o comércio e o turismo local”, destacou Romário Maracaípe.

Fonte: Naturatins

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